Já consigo incorporar dentro do Terreiro. Posso incorporar fora do Terreiro? - Pai Jonas Barroso
UMBANDA - A MAÇONARIA DOS PRETOS
Quanto tempo demora para vê o resultado de um Feitiço? - Pai Jonas Barroso - Pai Jonas Barroso
UMBANDA - A MAÇONARIA DOS PRETOS
Minha caximba tem mironga minha caximba tem dende - Pai Jonas Barroso
UMBANDA - A MAÇONARIA DOS PRETOS
Abre essa cova quero ver tremer - Ponto Cantado de Maria Padilha - Pai Jonas Barroso
UMBANDA - A MAÇONARIA DOS PRETOS
Ponto Cantado Preto Velho Trabalha com Dendê - Chamada de Preto Velho - Pai Jonas Barroso
UMBANDA - A MAÇONARIA DOS PRETOS
Ponto Cantado Congo a Sasaravá - Chamada de Preto Velho - Pai Jonas Barroso
UMBANDA - A MAÇONARIA DOS PRETOS
As Almas já Acenderam o Candiero - Chamada de Preto Velho - Pai Jonas Barroso
UMBANDA - A MAÇONARIA DOS PRETOS
E de Cima da Montanha - Ponto Cantado Cabloco da Pedra Verde - Pai Jonas Barroso
UMBANDA - A MAÇONARIA DOS NEGROS
QUEM FOI HIRAM, REI DA CIDADE-ESTADO FENÍCIA DE TIRO?
Os fenícios, como a grande maioria dos povos da época, eram politeístas. Primitivamente foram adoradores de árvores, rochedos e de certas pedras negras de forma oval, os bétilos. Mais tarde passaram a adorar os astros e as forças da natureza, considerando como divindade maior o Sol. O culto compreendia um conjunto de práticas grosseiras, licenciosas e cruéis, com prostituição sagrada e com sacrifícios humanos, sobretudo de crianças, que se lançavam vivas aos braços incandescentes da estátua de bronze representativa da divindade, aquecida por uma fornalha. Suas divindades celestes chamavam-se Baal (senhor, marido, dono) e havia praticamente um deus para cada cidade: Biblos ou Gebal, Sidom e Tiro adoravam um Baal feminino (Baalat), Astartéia ou Astarte; Cartago venerava Tanit; Dagon era o protetor do litoral; Melcart, o deus das cidades, era também o Baal de Tiro. Inúmeros outros eram cultuados: Adôn (Adônis), Amom, Moloc, etc. (Primeiramente os judeus usavam o nome Baal para designar o seu Deus. Mais tarde, em razão das recordações idólatras do termo, Baal deixou de ser a palavra aplicada ao Deus dos judeus, sendo comum utilizá-la para designar quaisquer das divindades pagãs. Na Bíblia, freqüentemente encontra-se o nome Baal em sua forma plural Baalim).
Além dos deuses celestes, haviam os deuses agrários. O mito da oposição entre Mot e Alein, deuses ligados à colheita e aos frutos, conta suas mortes alternadas: um no inverno, ressuscitando na primavera, e o outro percorrendo o caminho oposto. Astartéia ou Astarte surgiu inicialmente como deusa dos pastores. Com o aumento de seus seguidores, suas virtudes foram se ampliando, vindo a se tornar a grande deusa da Natureza e da fecundidade animal e humana. Na Bíblia, Astartéia é referida como Astarote. Era adorada nas cidades fenícias de Biblos, Sidon e Tiro e por outros povos sob distintos nomes: Istar na Assíria e na Babilônia; Ísis pelos egípcios; Afrodite (Vênus), a deusa do amor e Artemisa (Diana) a deusa da caça e da lua por gregos e romanos. Como o culto de Astartéia era de natureza licenciosa, os judeus constantemente eram por ele atraídos. O próprio Salomão rendeu-lhe homenagens, edificando-lhe um templo em Jerusalém.
Os Fenícios eram grandes comerciantes e navegadores, guardando judiciosamente o segredo de suas rotas marítimas e de seus descobrimentos,
Como comerciantes, os Fenícios distribuíam produtos provenientes principalmente do Egito, Babilônia, Pérsia, Índia, Arábia e Israel. De Chipre traziam cobre; da Trácia prata; das ilhas do Mediterrâneo mármores, alúmen e enxofre; da Espanha estanho e prata; da Índia especiarias; do mar Negro ao Cáucaso buscavam ouro, prata, cobre e escravos. Além de negociantes, eram também piratas. Quando em pequeno número, desembarcavam num lugar, expunham suas mercadorias e contentavam-se com os lucros; mas, se eram numerosos e mais fortes que os da terra em que aportavam, muitas vezes saqueavam as casas, incendiavam os povoados e arrebatavam mulheres e crianças para vende-las como escravos.
Suas indústrias produziam tecidos, inclusive de lã, utensílios de cobre e bronze, perfumes, incenso, jóias e artigos de cerâmica e de vidro, cuja fabricação melhoraram descobrindo o meio de faze-los transparentes e imitando pedras preciosas. A púrpura era a maior riqueza dos fenícios, que detinham o monopólio da fabricação do corante extraído da concha do murex, utilizado para dar cor às luxuosas vestimentas usadas pelas aristocracias da época.
Voltados para o comércio marítimo, os fenícios não se interessaram pelas artes, conquanto, para satisfazer os seus clientes, copiavam com perfeição os produtos artísticos de outros povos. Provavelmente em razão da necessidade de escriturarem seu comércio, simplificaram o complicado modo de escrever então existente, inventando o primeiro alfabeto. Os fenícios prestaram um grande serviço à civilização, propagando entre os povos ainda incultos da Europa a cultura do Oriente.
Quanto à cidade-estado de Tiro, o profeta Ezequiel, antes de lançar suas profecias contra Tiro, faz uma histórica descrição da pujança daquela cidade (Ezeq 27:3-25):
Hiram, rei de Tiro e contemporâneo dos reis judeus David e Salomão, era filho e sucessor de Abibal. Nasceu no ano de 1063 a.C. e morreu em 985 a.C. Segundo o historiador judeu Flávius Josefo, seu reinado durou 34 anos. Para outros historiadores, ocupou o trono por 60 anos. Hiram guerreou e submeteu os egeus, que se recusavam a pagar-lhe tributos. Fortificou a cidade de Tiro e realizou obras de terraplanagem entre a cidade de Tiro e o templo de Júpiter Olimpo, o qual embelezou com grande quantidade de ouro. Demoliu os templos em ruínas e construiu outros, consagrados a Hércules. A Bíblia conta que Hiram foi amigo e aliado do rei David, a quem ofereceu homens e materiais para a construção de seu palácio e do templo que pretendia erigir para cultuar a Deus. Com a morte de David, Hiram tornou-se também amigo e aliado de Salomão, a quem renovou o oferecimento feito a seu pai. A aliança entre Salomão e Hiram, com excelentes resultados para ambos os monarcas, era sólida o suficiente para incluir algumas expedições marítimas conjuntas – que se opunham às tradições fenícias de não revelar os segredos de suas rotas – entre as quais a Tarsis e a Ofir, de onde trouxeram ouro, prata e marfim. A pedido de Salomão, Hiram mandou-lhe ainda Hiram Abif para adornar o templo. Pelos materiais e homens postos à disposição por Hiram, os judeus pagavam, anualmente aos fenícios tírios, 20.000 coros (7.288 m3) de trigo e de cevada e 20.000 batos (720.000 litros) de vinho e de azeite. Adicionalmente,
Para a Maçonaria, Hiram representa o atributo da Força, pois as obras do templo foram sustentadas com a força de Hiram, que forneceu homens e materiais a Salomão. Hiram é personificado, nas Lojas maçônicas, pelo Primeiro Vigilante e por Hércules, símbolo clássico da Força e a quem Hiram dedicou, durante o seu reinado, inúmeros templos.
Excertos do livro (no prelo) Maçonaria para Maçons, Simpatizantes, Curiosos e Detratores
Acontecimentos Importantes da Maçonaria em 1841
26 de Março de 1841 – Falece o IIr.Campos Sales, Presidente do Brasil.
Acontecimento Importante da Maçonaria em 925 AC
O Templo de Jerusalém é saqueado pelo faraó Sheshonq (ou Shishak ou Sesac I)
Acontecimento Importante da Maçonaria em 960 AC
O Templo de Jerusalém é consagrado. A construção durou 7,5 anos e teve um
custo estimado em tempos de hoje de 4.900 milhões de dólares. (Fonte: Dicionário da Bíblia)
Assinar:
Postagens (Atom)
